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02 setembro 2016

reflexões #?

Alguns dos pensamentos da Sofia fazem eco em mim e suscitam comentários de reflexão



Tudo ao contrário!!! Caos na cabeça e desordem total no coração!Não deixo de dizer o que sinto mas não tenho qualquer resposta. Sinto-me isolada no alto de uma enorme cordilheira a gritar e a não ter sequer ecoSou constante nas pessoas (na família escolhida) e lugares que me fazem bem. Sou constante no ser - como qualquer um de nós é, mas ao mesmo tempo sou totalmente dinâmica e entrópicaA fé que me ajuda a enfrentar e ir além das dificuldades é a fé em mim.Pelos vistos não tenho sabido proteger a minha felicidade. Sei que ela é uma linha sinuosa e cheia de sentido, definitivamente não tenho sido generosa nem meiga com quem carrego mais fundo no coração: a fase de crise deu-me muita inconstância, frustração e desassossego - os que me estão mais próximos são os que apanharam mais com o embate deste rough patch. (talvez neste tempo eu tenha matado o amor. mas em minha defesa digo que lutei e fiz por melhorar)a simplicidade da equação mais importante de todas, diria que é amar, bom, ideial, é ser correspondido - simples e não fácil.

24 junho 2016

a cabeça a mil à hora e o corpo ... ocupado também


ando com os dias muito cheios entre os hospitais e as rotinas. continuo a precisar de mais estimulos intelectuais e contacto com gente. acabei o curso dos diários gráficos e agora estou num de narrativa fotográfica. há aniversários, baptizados, jantares e a vida social pelo meio também tem estado activa. a minha cabeça não para porque temos tanto no nosso prato comúm... e tão sério... mas há muito que não vou ao cinema e essa não sou eu. tenho saudades e agora há filmes para ver e estão todos em casa !!!




acho que definitivamente sou uma pessoa coxa e não há volta a trás!

20 abril 2016

out of the blue

... when you understand you forgive - I've always belive this

I feel in peace when I kind of understand him and know where his problems come from and accept I'm not going to change him, I don't even want to! but that fact allows me to go on with my relationship with him in different ground, in better terms.

«This is not about "forgiveness." The way past the anger is not "making up" with whoever wronged you. The secret is being willing to accept that what happened did indeed happen, and feel the pain of what you suffered even when every part of you is screaming NO.  To cry through it and comfort yourself. As Oprah says,"Forgiveness is giving up hope that the past could have been any different." Once you offer yourself that healing, you won’t need to hang onto the anger. »

More than about forgiveness is about the inevitability of changing what happened and lived through BUT, in the meanwhile, I closed myself so it wouldn't hurt so much and in order to survive. I didn't allow myself to feel the pain and finally heal. When I let myself feel the hurt I though I was pittying myself and that wasn't acceptable!
Now I have learned that I should not avoid hurt but lived it and let it died naturally at its own pace. I may show hurt if someone/something is hurting me. I'm exposed in that moment and so what? That doesn't diminishes me a bit! Show my emotions

Resentment has been the feeling towars him and, in certain ways guided my growth and developing to an adult













01 outubro 2015

sobre os objectivos básicos


- levantar a horas para
   - tomar pequeno-almoço com D
   - tomar peq.-almoço saudável
   - preparar almoço saudável
- deitar máximo à meia-noite
- não falhar dias extra no ginásio
- não ultrapassar os 6 cigarros dia

em que falho muito porque sou mocho, porque não consigo ser tão organizada e pensar tanto em comida e não gosto de ir sofrer para o ginásio (ou qq lado, diga-se!) e menos sozinha!

17 abril 2015

eu...





«... he could be an ass but he never doubted that he cared, that was what made it specially difficult when they butted heads, no matter how far off the mark his actions, his father motives sprang from a fierce love for his family...»

curioso como as palavras dos outros por vezes e em certas situações, transmitem o que penso/sinto.
talvez não seja só a força da biologia e da educação que me faz persistir embora com a distância que salvaguarda a minha sanidade

com a minha boa cabeça e capacidade de análise,
com a minha vontade de me conhecer e superar,
hei-de chegar lá!
é bom poder contar (de novo) com a minha boa cabeça

15 janeiro 2015

I've got it !


Hoje (finalmente) percebi a relutância de tantas pessoas em ir a um psicanalista, em «falar dos meus assuntos com um perfeito estranho»
Como « We all have a narrative of ourselves that we offer up to strangers and acquaintances» e a minha é super racional, não me sinto nem estou vulnerável nessa situação. Os outros, a maioria, expõe-se quando fala de si - sentimentos, problemas, alegrias, dúvidas, etc - pelo que está vulnerável frente a um estranho e daí o incómodo ou pouco à vontade.
Eu já analisei tanto e é tão assumido racionalmente que está desprovido de sentimento. 
A A. pragmática, prática e eficiente procura métodos/estratégias/caminhos para a resolução das questões. Racionalmente. Não custa. É mais uma tarefa a realizar.



09 janeiro 2015

batalhas #1

o repetido debate interno dos últimos (largos) tempos:
onde está a fronteira entre o aceitar-me como realmente sou, assumir defeitos (incapaz de disciplina férrea para a dieta/mudança alimentar e para o exercício regular e consistente) e o ficar desiludida comigo por não ter força de vontade/orgulho...
sou uma mulher ou sou um rato?!


22 agosto 2014

sobre a construção de si

Que quereria dizer Camus, quando escreveu: “Cada homem tem de descobrir a sua casa”? Penso que a frase longa esconde um repto mais essencial: cada pessoa não tem apenas a tarefa de descobrir uma habitação. Cada pessoa tem o irrecusável dever de descobrir-se, vivendo com paixão e sabedoria a construção de si, esse processo que, por definição, está em aberto e que ao longo da existência se vai efetivando. Nós somos a nossa casa. E poder dizer isso, com simplicidade e verdade, equivale perpetuar aquilo que Albert Camus também escreveu: “No meio de um inverno, finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível””
O Hipopótamo de Deus
de José Tolentino Mendonça
e eu me descubro cada vez mais conhecedora e consciente de mim e cada vez mais cheia de falhas e problemas e apelido de crise dos 50 este turmoil (agitação/perturbação/turbilhão/desordem) em que vivo e para o qual ainda não encontrei calmante nem solução



20 novembro 2013

a vontade de comer

ao serão.
perceber a razão desta vontade - é super importante.
a mim dá-me quando sozinha na calma do sofá. e só me apetecem "coisinhas" que adoro: um chocolate (inteiro!), umas rodelas de fuet, pipas (estas 2 últimas da minha cultura gastronómica espanhola). mas o pior é que marcha o que houver: bolachas Maria, tremoços, amendoins, gomas, etc, etc 
e não é fome o que tenho, é vontade de picar as tais coisinhas boas, que obviamente sabem bem, mas o que realmente são é fonte de conforto
os americanos têm a acertadíssima expressão «confort food» que abarca esse conceito da comida, normalmente nada saudável mas que a todos, transversalmente, nos apetece em determinados momentos e, no fim nos deixa, invariavelmente, super satisfeitos!
... então, acho que há que ir buscar essa satisfação ao lugar certo, que não é de certeza a comida, e para cada um será ... o que for!