entre a repetição dos nomes de geração em geração, os nomes espanhois que são escritos na sua correspondente tradução portuguesa (o que acrescenta mais uns quantos joãos) e o alegre saltar de geração anterior para posterior ou para o lado, mencionado tios, primos, filhos bastardos, enteados e outros parentescos que tal, de Castela para Portugal e de cá para lá...
já não era a minha história nacional de 4ª classe nadíssima de jeito, óbviamente
mas agora tenho um labirinto promíscuo na cabeça
só por causa das As nove magníficas