27 janeiro 2012

fotos de pés


não gosto nem deixo de gostar desta parte específica do nosso corpo
sempre achei os meus horríveis
mas já me deram tesão um par de pés morenos enfiados nuns mocasins de camurça


gosto muito destas fotos
suponho que pelo que transmitem

(esta tirada dos Dias de uma princesa)

17 janeiro 2012

Portugueses (anónimos) de excepção # 2



Ouvi nas notícias na rádio em Dezembro. Queria postar sobre ele porque me pareceu fantástico.

O Prémio Afonso Baptista de Carvalho para os 6 melhores alunos que finalizam o 9º ano, que têm apoio económico (SASE) e se inscrevem no 10º.
A Freguesia de S. Domingos de Rana decidiu apoiar a iniciativa e igualou o montante oferecido por António Lança de Carvalho.
Acontece há 5 anos, vai acontecer, pelo menos, por 5 mais.
Um incentivo para não abandonar a escola, um reconhecimento do esforço.
E para mim, o excelente é ser
Uma iniciativa de um anónimo, reformado, que dá algo que pode embora não lhe sobrem rios. Alguém que pensou para além do seu circulo de familiares e amigos.

O podcast aqui

11 janeiro 2012

Portugueses de excepção #1



O Arq. português Pedro Gadanho será Curador de Arquitectura e Design do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, a partir já deste mês, segundo anúncio do próprio museu
detalhes aqui


Exemplos do seu trabalho

22 dezembro 2011

Inside Out Project



«Inside Out  is a large scale participatory art project that transforms messages of personal identity into pieces of artistic work.
Upload a portrait. Receive a poster. Paste it for the world to see»


Pelos vistos há um Project Inside Out Portugal com retratos feitos pela Isabel Pinto com mais de 130 pessoas a rir e vai ser mostrado num lugar espectacular de Lisboa...


mas também se pode participar individualmente ou formar outros grupos e depois colar os pósters noutras paredes por ai ...


não é uma boa ideia para as férias de Natal?



19 dezembro 2011


nunca corri
nunca achei qualquer piada à corrida
boooooooring
ultimamente não me sai da cabeça!!! apetecia-me começar a correr, gostaria mesmo de conseguir fazer...
mas não sou capaz, não tenho fôlego!
sou capaz de estar 1/2 h na elíptica mas fico pa morrer aos 3 min. na passadeira a correr!
(deixar de fumar totalmente ajudaria eu sei ;  )
encontrarei por ai algum plano que ajude...
será este algum de jeito? ou este? os primeiros com que me topei...

saudades


24 outubro 2011

Acordo Ortográfico



Hoje o D. em Língua Portuguesa tinha uma teste/ficha sobre o Acordo Ortográfico. Estudou por umas fotocópias que a Prof. lhes deu de um "livro resumo" para saber como desaprender o aprendido desde há 6 anos. 
Fui incapaz de lhe fazer perguntas e o ajudar! Foi o Pai, eu NÃO quero nem saber das mudanças, faz-me cá uma comichão ver certos termos assim escritos... 
Já sei da minissaia e do cor-de-rosa mas do cor de laranja, do verão e da quinta-feira, e obviamente da ação e do fato e do espetador de teatro, mas mais do que isto não quero saber!
Volto a fazer minhas as palavras do Miguel Esteves Cardoso:
«Os portugueses no fundo assinaram um Pacto ortográfico que sabe a pato. Ninguém imagina os espanhóis, os Franceses, ou os Ingleses a lançarem-se em acordos tortográficos, a torto e a direito, como os Portugueses. Cada país – Seja Timor, seja o Brasil, seja Portugal – tem o direito e o dever de deixar desenvolver um idioma próprio, Portugal já tem uma língua e uma ortografia próprias. Há já bastante tempo. O Brasil, por sua vez, tem conseguido criar um idioma de base portuguesa que é riquíssimo e que se acrescenta ao nosso. Os países africanos que foram colónias nossas avançam pelo mesmo caminho. Tentar «uniformizar» a ortografia, em culturas tão diversas, por decretos aleatórios que ousam passar por cima de misteriosos mecanismos da língua, traduz um insuportável colonialismo às avessas, um imperialismo envergonhado e bajulador que não dignifica nenhuma das várias pátrias envolvidas. É uma subtracção totalitária.

A ortografia brasileira tem a sua razão de ser, e a sua identidade. Quando lemos um livro brasileiro, desde um «Pato Donald» ao Guimarães Rosa, essas variações são perfeitamente compreensíveis. Até achamos graça. Como os Brasileiros acham graça à nossa. Tentar «uniformizar» artificialmente a ortografia, para além das bases mínimas da Convenção de 1945, é da mesma ordem da estupidez que pretender que todos os que falam português falem com a pronúncia de Celorico ou de Salvador da Bahia. é ridículo, é anticultural, é humilhante para todos nós. Se não tivessem já gozado, era caso para mandá-los gozar com o Camões.
Imaginem-se os biliões de cruzeiros, escudos, meticais, patacas e outras moedas que vai custar a revisão ortográfica de todos os livros já existentes. Imagine-se o distanciamento escusado que se vai causar junto das gerações futuras, quando tentarem ler escorreitamente os livros do nosso tempo. Sobretudo, imagine-se a desautorização e a relativização que o acordo implica. Amanhã, uma criança há-de escrever esperanssa e quando for chamada a atenção, dirá «tanto faz, que estão sempre a mudar, e qualquer dia desaparecem as cês cedilhados». Ou responderá, muito simplesmente: «Pai, mas é assim que se escreve em Cabo Verde
“A língua portuguesa nasceu do latim – toda a gente sabe. Um dia, a língua brasileira, e a língua são-tomense, e a língua angolana serão também línguas novas e fresquinhas que nasceram da língua portuguesa. Ninguém há-de respeitar menos a língua por causa disso. (Nós também não desrespeitamos o latim.) As línguas são indissociáveis das culturas e das histórias nacionais, e elas são diferentes em todos os países que hoje falam português à maneira deles. A maneira é a maneira deles, e a nossa é a nossa. A única diferença é que Portugal já há muito que achou a sua própria maneira, tanto mais que a pôde ensinar a outros povos, e é um ultraje e um desrespeito pretender que passemos a escrever como os Moçambicanos ou como os brasileiros. Eles são países novinhos. Nós somos velhinhos, e não faz sentido ensinar os velhinhos a dizer gugudadá, só para que possam «falar a mesma língua» que as criancinhas.»

e tenho a sorte de não ter nem corrector ortográfico novo no pc do trabalho, e de ter chefes espanhóis longe que se estão borrifando para como eu escrevo

07 outubro 2011

28 setembro 2011

Therapy Dogs




Um Therapy Dog - cão terapéutico (?) - é um cão treinado para dar afecto e conforto às pessoas em hospitais, lares, escolas, a pessoas com dificuldades de aprendizagem e em situações de stress
Aqui têm o resto da explicação Therapy Dog

Esta semana ouvi mais um livro (Audiobooks) e a personagem principal era uma treinadora deste tipo de cães. Fiquei banzada, maravilhada, mas que ideia fantástica!
Uma criança a recuperar de queimaduras num hospital pode ter o "mimo/apoio" de um cãozinho na sua cama.
Uma criança com dislexia, nas horas extras de treino de leitura na biblioteca, pode ler para um cão - ouvinte atento - e que ao mesmo tempo dá o conforto de adorar ser acariciado.
Pareceu-me uma ideia tão simples.!
Não o deve ser treiná-los, mas também, quem conhece as raças e as características de personalidade de cada uma, e os consegue treinar para tantas outras coisas, conseguirá certamente prepara-los para estar sossegados junto a um doente numa cama, para receber abraços e festinhas de uma criança com medo de uma seringa e outros instrumentos num hospital, etc, etc




22 setembro 2011

a pobreza hoje



hoje, de pulo em pulo pela net a fora, fui dar com (mais) uma história triste, das que abundam por este Portugal
Pais Criativos, Filhos Felizes
... o post de ontem não tinha nada a ver com esta linha de pensamento, mas também "encaixa"!