22 maio 2014
OMG!!!
decidi ser simpática e proporcionar a um dos manos e cunhada a possibilidade do fds em Paris, ou seja, vou ficar com o mais piqueno ... ... ...
21 maio 2014
Não apenas mais um Zé
há anos que leio este Zé
nunca achei que fosse mais um ou apenas mais um Zé qualquer
a beleza que encontro na sua escrita vem das emoções de que gosto de ir sabendo
«... Há momentos sublimes na literatura em que lamento não poder, nesse mesmo instante em que desfruto do que me contam, partilhá-lo com mais alguém. Mas porque não, num homem, se suficientemente vaidoso, ser-lhe permitido achar que, trazendo outros, encaminhando-os pelos caminhos da escrita que já cruzou e nisso sabendo que neles se derramam os mesmos sentimentos, que assim, de alguma forma, se encontrarão os dois? Como dois companheiros que se deitam debaixo da copa da mesma árvore, ainda que em modo diferido, com largos anos de distância, mas degustando da mesma ilusão. ...»
20 maio 2014
reflectindo
- ele faz as
coisas de que gosta e anda com os amigos dele…
- eu já
estou habituada a estar sozinha…
- vamos separar-nos
E lá vai
outro casamento pró brejo. Praticamente 27 anos de vida em comum assim
relatados de forma corriqueira, sem emoção, como quem conversa sobre ter
decidido que vai mudar a cor das paredes da casa – aliás, este projecto gerava mais
entusiasmo, de certezinha!
E vai de
contar aos pais e à irmã (que nem percebeu) logo pelo telefone que assim já fica dito e
despachado
Não há
emoção ao constatar que apenas são amigos (sê-lo-ão? – questiono-me se até isso
existe) ou já estranhos e que não merece a pena a partilha da cama, da casa e
das famílias. Já tudo era rotina ou mesmo frete!
Surgiu um catalisador,
uma pedra na engrenagem da rotina tão oleada e a correr tão automaticamente por
si só que deu azo ao constatar de que assim não vale a pena. Talvez este
esquema de vida durasse uns anitos mais… mas assim, enfrentaram a realidade e
decidiram.
Quando se
cresce divergente ou em paralelo o afastamento já não causa mossa. Foram muitos
dias e dias que se tornaram semanas e transformaram em anos sem nada em comum,
com pouco a dizerem-se e nada a uni-los. Sem se tocarem, em paralelo
… … …
O meu
complicódromo começa a pensar
- Coerência…
o que é isso? Há tantos casamentos de amizade e vidas justapostas– que não se
tocam, em paralelo. Coerência é estar casado com amor e separar-se se já não
existe? E o que é o amor depois de 27 anos em comum? Como se descreve esse
amor? Muito subjectivo …
A contiguidade
da vida não é desejada por aqueles que têm independência económica, pelos que
não sofrem de solidão porque são unos consigo próprios, pelos que anseiam mais:
amor, paixão, sintonia partilha, realização, etc, etc
Parabéns
pelo quebrar da rotina, pela coerência, pela coragem também. Avançar para fora
da zona de conforto mas de coerência só pode dar bom resultado
(…por quê tanto desejo/necessidade de coerência?! Por que é importante estar-se bem
consigo mesmo ?... reflexão para outro dia)
18 maio 2014
15 maio 2014
13 maio 2014
pensando...
Control is only an illusion to calm yourself into believing things will go a certain way
give up the control
let life lead
give up the control
let life lead
12 maio 2014
09 maio 2014
28 abril 2014
alguém já o disse e bem! #3 ...sobre o 25 de Abril e os 40 anos que passaram e as celebrações que se fizeram
Este texto do Pedro Rolo Duarte diz exactamente o que eu penso
27 abril 2014
A Arte de Viver em Portugal
Entre família e amigos, super bom ambiente, paisagem e tempo de relax, boa comida e bebida - bons dias
26 abril 2014
25 abril 2014
24 abril 2014
23 abril 2014
O trabalho mais duro do mundo
(a circular pela net)
descobri logo qual era, mas adorei ver as expressões~
e é tãããããõ verdade!
22 abril 2014
escolhas e mantras
deixo-me escorregar para este estado de ânimo pardo, cor-de-burro-quando-foge.
é incrível como tendo sempre para o copo 1/2 vazio.
graças aos deuses, há lembretes no que oiço, leio e vivo por aí e não há coincidências, não há! quero acreditar que a vida ajuda.
«... a vida é sobretudo uma questão de perspectiva. se pensarmos que só temos uma e que o relógio está contra nós (...) não perdemos nem mais um segundo a desistir da felicidade »
e o mantra volta à minha mente
21 abril 2014
16 abril 2014
Trabalhando
O forro do casaco preferido esgaçou. Muito uso e má ideia deixá-lo pendurado na maçaneta...
remendo sem graça
que virou giro ; )
15 abril 2014
14 abril 2014
11 abril 2014
filhos
hoje tive um desgosto com o D., o primeiro do género
relativamente, pode ser coisa pouca, mas no seu género não é. o rapaz falhou (-se, -me tb)
mas não há nada como tê-lo na minha vida
09 abril 2014
08 abril 2014
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